<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mosquito Eletrônico &#187; Google</title>
	<atom:link href="http://muskeetu.com/index.php/assunto/google/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://muskeetu.com</link>
	<description>Consciência Geek, Tecnologia Pessoal e Videogames.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Jan 2012 02:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Microsoft comprando a Nokia: faz sentido?</title>
		<link>http://muskeetu.com/index.php/microsoft-comprando-a-nokia-faz-sentido/</link>
		<comments>http://muskeetu.com/index.php/microsoft-comprando-a-nokia-faz-sentido/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[HTC]]></category>
		<category><![CDATA[iOS]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia Lumia 710]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia Lumia 800]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia N8]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia N9]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia N900]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia N95]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia N97]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>
		<category><![CDATA[Windows Phone 7]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://muskeetu.com/?p=681</guid>
		<description><![CDATA[Ano passado a Nokia e a Microsoft anunciaram uma parceria que, para o mercado de dispositivos móveis, era épica. De um lado a líder absoluta na era pré-iPhone e do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado a Nokia e a Microsoft anunciaram uma parceria que, para o mercado de dispositivos móveis, era épica. De um lado a líder absoluta na era pré-iPhone e do outro a maior fabricante de softwares desde a década de 80. Uma entraria com todo o <em>know-how</em> em hardware, infra-estrutura e mercado, e a outra com o excelente software. Foi assim, então, que a Nokia adotou oficialmente o Windows Phone como seu sistema operacional móvel. Como se não bastasse, agora fortes rumores estão indicando que a Microsoft iria comprar de vez a Nokia. Verdade ou não, faz sentido?</p>
<div id="attachment_683" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://muskeetu.com/index.php/microsoft-comprando-a-nokia-faz-sentido/342148-nokia-smartphone-lumia-800-710/" rel="attachment wp-att-683"><img class="size-medium wp-image-683" title="Nokia Lumia" src="http://muskeetu.com/wp-content/uploads/2012/01/342148-nokia-smartphone-lumia-800-710-300x169.jpg" alt="Nokia Lumia" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Nokia Lumia 710 e 800: Windows Phone de casa nova</p></div>
<p><strong>Nokia: líder sem um bom produto</strong></p>
<p>O último grande produto da Nokia, o N95, foi lançado no início de 2007. Meses depois, o primeiro iPhone chegou, o que transformou completamente o mercado. Desde então, a Nokia tem tido sérios problemas para manter sua fatia de mercado. Está ameaçada pela Samsung no segmento de celulares básicos e <em>featurephones</em> e pela Apple e outras fabricantes que adotaram o Android no setor de smartphones. Apesar da Nokia ter feito algumas ótimas apostas mesmo na era pós-iPhone, todas só eram excelentes em hardware e falhavam (muitas vezes miseravelmente) no software. O Symbian, o qual muitas vezes na história da Nokia era dito como motivo do sucesso de seus smartphones, foi diretamente afetado com o lançamento do iPhone. Portanto, apesar da Nokia ter lançado <em>flagships</em> como o N97, N900, N8 e o N9 possuindo excelente hardware, todos falharam no quesito software, seja por instabilidade, falta de suporte pela fabricante, interface obsoleta ou todas essas opções juntas.</p>
<p><strong>O Android que não roda Windows</strong></p>
<p>A Microsoft lançou sua plataforma de software móvel Windows CE para concorrer com a dominante Palm. Naquela época, ela brigava apenas pelo mercado de PDAs (ou <em>Palmtops</em>). Quando os smartphones começaram a se tornar tendência, ela adaptou sua plataforma, relançando-a como Pocket PC. Mas, infelizmente, a Microsoft nunca conseguiu desbancar a Palm no mercado de PDAs, muito menos a Nokia no mercado de smartphones. Na verdade, apenas nos últimos anos da era pré-iPhone é que o Windows Mobile, sucessor do Pocket PC, começou a ter usos significativos em smartphones, principalmente pelos esforços da HTC. Na maioria das vezes, as fabricantes que adotavam o Windows Mobile desenvolviam uma interface customizada que era executada por cima do sistema, o que começou a fazer muito sucesso entre usuários de smartphones. Mas, essa &#8220;quase-volta-por-cima&#8221; da Microsoft também foi afetada diretamente não só pelo lançamento do iPhone, mas principalmente do Android. A Microsoft só fabrica o software, licenciando-o para fabricantes de hardware usá0lo em seus produtos. Assim, o Android começou a concorrer diretamente com o Windows Mobile pela preferência das fabricantes. E, por ser bem mais moderno e barato, o Android em pouco tempo já estava na frente.</p>
<p>Resumindo: de um lado temos a Nokia que, apesar de ter enorme experiência de mercado com 10 anos de liderança no currículo, sofre para acompanhar a evolução e tendências de software móvel. Ela também não consegue definir uma plataforma e ecossistema único para seus produtos, por causa de constantes mudanças de estratégia confundindo principalmente os consumidores. Do outro lado temos a Microsoft, que conseguiu trazer uma excelente proposta de plataforma e ecossistema no mercado móvel na era pós-iPhone. Mas como depende da adoção do seu sistema por fabricantes de hardware, sofre com o sucesso do Android, que tem mais tempo de mercado, é mais barato e é livre.</p>
<p>A compra da Nokia pela Microsoft faria então sentido? Com a parceria anunciada ano passado, a Microsoft resolve seu problema, garantindo uma significativa fabricante de hardware comprometida em usar e desenvolver sua plataforma, e a Nokia resolve seu problema de falta de uma plataforma competitiva, significativa e que atraia novamente usuários e desenvolvedores.</p>
<p><strong>Nokia e Microsoft: grandes demais para morrer</strong></p>
<p>Temos que lembrar que a Nokia não vende apenas celulares. Ela é também fabricante e fornecedora de infra-estrutura de telecomunicações. Nesse mercado ela concorre principalmente com a Ericsson e Siemens. Coincidentemente, ambas já estiveram no mercado de celulares mas não deram muito certo. A Ericsson formou uma joint-venture com a Sony (criando a Sony Ericsson) e que aparentemente está prestes a terminar, com uma suposta saída da Ericsson. A Siemens também tentou uma joint venture com a BenQ, mas que mal durou um ano. Além disso, a Nokia ainda possui um forte setor de pesquisa e desenvolvimento, que contribui para definição e desenvolvimento de diversos padrões na industria.</p>
<p>Já a Microsoft, todo mundo conhece. Além de sua rentável divisão de software encabeçada pelo Windows, sua divisão de software móvel é compartilhada com a de entretenimento, que está indo muito bem com o Xbox 360 e o Kinect. Mas, num mercado que hoje está praticamente divido entre iOS e Android, parece haver lugar apenas para mais uma grande plataforma. Esse lugar é hoje ocupado pelo Blackberry, mas que também está tendo problemas pra se manter e acompanhar a evolução. O WebOS da Palm, comprado pela HP, foi precocemente descontinuado, simplesmente porque mal conseguia encostar na base de usuários do até então novíssimo Windows Phone 7. Se bem administrado e com uma boa estratégia, o Windows Phone 7 tem sim chance de desbancar o terceiro lugar do Blackberry e se firmar como terceira principal plataforma móvel.</p>
<p>Pensando bem, sim, faria sentido. Há anos a Nokia está mostrando sinais de decadência e um pouco de desespero, com constantes mudanças de estratégias e a falta de um produto marcante principalmente pela falta de uma boa plataforma de software. A Microsoft, após anos de tentativas, nunca conseguiu uma posição sólida no mercado de dispositivos móveis, principalmente por depender de fabricantes de hardware. Além disso, o Windows Phone 7 parece ter sido, de longe, sua melhor aposta. Se unirmos o melhor de cada uma, mais uma boa dose de estratégia de mercado, talvez tenhamos um verdadeiro novo competidor no mercado agora dominado por Apple e Google.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://muskeetu.com/index.php/microsoft-comprando-a-nokia-faz-sentido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nexus S: provando que o Google Phone ainda existe</title>
		<link>http://muskeetu.com/index.php/nexus-s-provando-que-o-google-phone-ainda-existe/</link>
		<comments>http://muskeetu.com/index.php/nexus-s-provando-que-o-google-phone-ainda-existe/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Nexus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mosquitoeletronico.blog.br/?p=622</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente o Google anunciou o seu novo smartphone produzido em parceria com a Samsung: o Google Nexus S. É um smartphone Android, e será o primeiro que virá com a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o Google anunciou o seu novo smartphone produzido em parceria com a Samsung: o Google Nexus S. É um smartphone Android, e será o primeiro que virá com a novíssima versão 2.3 do sistema, apelidada de <em>Gingerbread</em>. Além deste, traz outros diferenciais de hardware, como o suporte a NFC (<em>Near Field Communication</em>) e tela de toque AMOLED curvada. Mas talvez o que chama mais atenção seja o fato da própria existência do aparelho em si.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusSfull.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-628" title="NexusSfull" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusSfull.jpg" alt="" width="499" height="365" /></a></p>
<p><strong>A promessa do Google Phone</strong></p>
<p>A praticamente um ano atrás, o Google fazia algo semelhante ao que ocorreu na última semana: ele apresentava ao mundo um smartphone com a sua marca produzido em parceria com uma grande fabricante de smartphones, no caso, a HTC. Era o Google Nexus One, o tão esperado e especulado Google Phone. Blogs e sites anunciavam a chegada do smartphone com a marca do Google que fariam frente ao iPhone da Apple.</p>
<p>O Nexus One também chegou sendo pioneiro e ditador de algumas tendências hoje dos smartphones. Foi o primeiro a vir com a versão 2.1 do Android, ajudando na popularização das telas AMOLED, processadores ultra rápidos e resoluções de tela mais altas em smartphones. O modo de venda também era inovador. Ao invés da tradicional estratégia de vender através de lojas varejistas ou subsidiado pelas operadoras, o próprio Google vendia o aparelho em seu site, desbloqueado.</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusOnefull.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-627" title="NexusOnefull" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/NexusOnefull.jpg" alt="" width="466" height="339" /></a></p>
<p>O tempo passou, e todos acabamos por descobrir que o Nexus One não era o tão anunciado Google Phone que revolucionaria o mundo dos smartphones e derrubaria a hegemonia do iPhone. Ele era apenas mais um smartphone equipado com Android. Ele competia com outros aparelhos de outras fabricantes que também vinham com Android e, muitas vezes, com customizações que acabavam trazendo recursos muito mais interessantes. O Nexus One era um filho direto do Google, um Android de sangue puro. De um jeito ou de outro, em Julho de 2010 o Google anunciou o término das vendas através de seu site, mas o aparelho continuaria sendo vendido nos canais tradicionais. Mesmo o aparelho não saindo de linha, para a mídia, era como se fosse. Assim, o Google Phone teve seus 15 minutos de fama e foi dado como morto.</p>
<p><strong>A Linha Google Nexus</strong></p>
<p>Porém, hoje percebemos que a história talvez não seja bem essa. Um ano depois da chegada do Nexus One, recebemos então o seu sucessor, o Nexus S. Que outra empresa costuma atualizar seus smartphones rigorosamente uma vez por ano? Desde Julho de 2007, com o lançamento do primeiro iPhone, todo ano na mesma época, um novo modelo da linha é lançado pela Apple, trazendo novidades e aumentando sua fama. Quem disse que o Google não pode (e quer) fazer o mesmo? Quem disse que a linha Nexus tinha morrido? Quem disse que o Google Phone nunca existiu?</p>
<p>O lançamento do Nexus S um ano após o lançamento do Nexus One pode não ser coincidência. Talvez o Google tem sim um plano sólido pra sua linha Nexus. Esta poderia ser a linha de smartphones divulgadora da plataforma Android. O carro chefe, o verdadeiro modelo que iria apresentar novidades para que as outras fabricantes se inspirassem na criação de seus smartphones baseados na plataforma. Oras, se o Google Phone não tinha dado certo, por que o Nexus One era o primeiro a receber atualizações do Android e nunca foi abandonado pela empresa?</p>
<p>Portanto, se você é fã da plataforma Android, talvez o aparelho certo para você seja os da linha Nexus. Eles certamente receberão atenção especial do Google e estarão sempre atualizados com as últimas novidades da plataforma. E servirão de inspiração para outras fabricantes que queiram adotar o Android em seus smartphones. Afinal, o Android é a plataforma móvel que mais cresce no mercado, e isso se deve principalmente a adoção da plataforma por várias fabricantes, ao contrário do iOS que está preso aos produtos da Apple.</p>
<p>Todo mês de Junho/Julho, fãs do iPhone aguardam ansiosamente por um novo modelo. Portanto, marquem em suas agendas, Android-maniacos: Dezembro/Janeiro é a vez de vocês.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://muskeetu.com/index.php/nexus-s-provando-que-o-google-phone-ainda-existe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Navegando com o Comandante Google</title>
		<link>http://muskeetu.com/index.php/navegando-com-o-comandante-google/</link>
		<comments>http://muskeetu.com/index.php/navegando-com-o-comandante-google/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 03:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[browser]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[navegador]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mosquitoeletronico.blog.br/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[Ontem o Google disponibilizou para download a primeira versão (beta) do seu novo produto: (mais) um navegador de Internet. Mas num mercado com tantas (até então ótimas) opções como o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o Google <a href="http://www.google.com/chrome">disponibilizou para download</a> a primeira versão (beta) do seu novo produto: (mais) um navegador de Internet. Mas num mercado com tantas (<span style="text-decoration: line-through;">até então</span> ótimas) opções como o <strong>Firefox</strong>, <strong>Internet Explorer</strong> e <strong>Opera </strong>(para citar apenas os principais), o que significa para o usuário mais um software que faz as mesmas coisas que os outros?<br />
<a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/logo_sm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-152" title="Google Chrome" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/logo_sm.jpg" alt="" width="150" height="55" /></a><br />
<span id="more-150"></span>A disputa das empresas para ver quem ganha a preferência do usuário sempre existiu, desde o início da Web, nos idos de 1995. Mas por que? Qual a importância disso para uma empresa? Bom, eu prefiro olhar de um outro ângulo: qual a importância do navegador para o usuário hoje?</p>
<p>Hoje, o navegador é um aplicativo muito importante num computador pessoal, isso se não for o mais importante. Inclusive, ele se disseminou para vários outros dispositivos, como celulares e videogames. Ele se tornou o que o editor de texto era antes da popularização da Internet. Um computador sem um editor de texto naquela época praticamente não tinha utilidade alguma (a não ser para jogar).</p>
<p>No início, o navegador era simplesmente um software onde o usuário podia acessar páginas estáticas em outros servidores espalhados na Internet. Era como se fosse um grande jornal ou revista, no computador. A interação era mínima. Era possível ver informações de empresas, outras pessoais, um chat básico, consulta a algumas notícias&#8230; a chamada <strong>Web</strong>. Que era, digamos, a vitrine da Internet. Uma vitrine de conteúdos de todos os lugares do mundo. A Web era o símbolo visual de uma rede acessível e internacional que estava surgindo.</p>
<p>Aquela grande vitrine não demorou muito para servir de loja. Produtos eram apresentados e vendidos através dela. Não apenas isso, os chats foram se aperfeiçoando, a Web foi ganhando mais conteúdo, ficando mais diversificada, e a bolha foi inflando.</p>
<p>Vamos pular uma parte desse história chata que passa todo dia no Fantástico e chegar nos dias de hoje. A Web é quase que um outro sistema além do que você tem instalado em seu computador pessoal. A Web não é mais uma vitrine, ela é um sistema onde consultamos nossos extratos, fazemos compras, nos comunicamos em texto, audio e video com outras pessoas, procuramos emprego, escolhemos um filme pra assitir&#8230; E, quem provê e controla o acesso a tudo isso? O navegador. Com tanta informação relevante (e irrelevante) que é consultada e enviada na Web, o navegador acabou se tornando algo tão importante quanto o sistema operacional (<strong>Windows</strong>, <strong>Mac OS</strong> e o <strong>Linux </strong>por exemplo). Sem eles o computador não é nada. E sem o navegador, a Internet não teria quase nenhuma utilidade prática.</p>
<p>E então surge o <strong>Google Chrome</strong>. Qual é a dele? Eu sou suspeito para falar disso, pela minha <span style="text-decoration: line-through;">paixão</span> confiança em tudo o que o Google faz. Não sei, talvez pelo foco que eles dão ao tratamento e disponibilização de informações em seus produtos. Pois a Internet é isso: informação e caos. Lidar com isso é muito difícil e, na grande parte das apostas que o Google faz, eles conseguem mostrar o domínio que têm em lidar com a informação de um modo tão simples pro usuário, que nos dá a impressão de ser fácil. Talvez seja por isso que o Google Chrome causou tanto alarde no seu lançamento. É um aplicativo simples, mas que cumpre muito bem seu papel. Com tatnas outras alternativas no mercado, nos faz pensar: por que ninguém fez isso antes?</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/dlpage_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="Google Chrome" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/dlpage_lg.jpg" alt="" width="440" height="359" /></a></p>
<p>Não é segredo que o Google é uma das empresas de maior sucesso na atualidade. Se a Microsoft dominou a Era do computador pessoal, o Google domina a Era da Internet. E, se na Era do computador pessoal tinhamos como produto chave o sistema operacional, na Era da Internet o produto chave é, sem dúvida, o navegador. E ainda, viver na Era da Internet sem um navegador do Google era como viver na Era do computador pessoal sem um sistema operacional da Microsoft. Alguém consegue imaginar a relevância disso?</p>
<p>Portanto, agora talvez tenham entendido por que o Chrome pode ser tão importante e por que você deve dar uma chance a ele. Pode estar nascendo aqui (e eu aposto nisso) o principal software da nossa Era. O navegador definitivo. Fanatismo demais? Talvez. Mas, ao conhecer melhor <a href="http://www.google.com/googlebooks/chrome">como o Chrome foi construído</a> e sabendo da filosofia do Google, posso dizer que, apesar do meu &#8220;afeto&#8221;, o Chrome pode estar trazendo a solução para muitos problemas que estavam sendo arrastados pelos atuais navegadores desde 1995.</p>
<p>O Chrome foi construído do zero e levando em consideração a Web como ela é hoje, e não a 15 anos atrás. Ou seja, nossa necessidade de segurança, rapidez e objetividade como principais objetivos. Ele é mais seguro tanto para o usuário, quanto para o computador. Ele é <a href="http://kourge.net/node/122">comprovadamente</a> mais rápido ao executar tarefas. E ele é simlpes e objetivo. Inclusive, às vezes, nem se percebe que estamos usando-o. E é assim que o navegador deve ser: um &#8220;sistema operacional da Web&#8221;.</p>
<p>A Web evoluiu de tal maneira que hoje muitos dos aplicativos que usamos, estão na própria Web, e não mais instalados em nossos computadores pessoais. Ou seja, assim como o sistema operacional nos dá a possibilidade de acessar aplicativos instalados em nossas máquinas, o navegador deve ser apenas um meio de lidar com estes aplicativos na Web. E o Chrome é. Ele é menos intrusivo visualmente e usualmente. Te dá inclusive a opção de criar atalhos para páginas para que elas se abram sem a presença das ferramentas e interface do navegador. É como se você tivesse abrindo uma página sem ter que abrir o navegador ou, literalmente, abrindo um aplicativo em seu computador. Desse modo, não há barra de endereços, botões, ou menus. Apenas o conteúdo da página. Algo MUITO prático, principalmente quando se trata de softwares de e-mail (Gmail, Yahoo! Mail, Hotmail).</p>
<p><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/chromegears.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-154" title="Google Reader como aplicativo na área de trabalho" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/chromegears.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a><br />
Muitas dessas funcionalidades já existiam ou num navegador ou em outro. Mas talvez em nenhum tínhamos tudo isso junto. E bem construído. Apesar de estar em versão beta, o Google Chrome é perfeitamente utilizável. E possui, por exemplo, uma ferramenta de reportar, diretamente ao Google, algum problema que o usuário encontrar numa ou outra página. Ele envia, inclusive, uma foto dseta página &#8220;mal interpretada&#8221; para ajuda-los na manutenção do software.</p>
<p>Sugiro que quem ainda não experimentou, que o faça. É um navegador <strong>rápido</strong>, <strong>seguro</strong>, <strong>simples </strong>e <strong>obejtivo</strong>. Não possui nada que o usuário não precise. E como disse, acredito que estamos diante sim de um novo fenômeno. É como presenciar a Microsoft lançando sua primeira versão do Windows.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://muskeetu.com/index.php/navegando-com-o-comandante-google/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

