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	<title>Mosquito Eletrônico &#187; DVD</title>
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	<description>Consciência Geek, Tecnologia Pessoal e Videogames.</description>
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		<title>3D: Eu uso óculos!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito tem se falado da nova tendência 3D que tem surgido com o sucesso dos filmes nos cinemas. Uma tendência que há muito estava sumida, e agora ressurge das cinzas....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito tem se falado da nova tendência 3D que tem surgido com o sucesso dos filmes nos cinemas. Uma tendência que há muito estava sumida, e agora ressurge das cinzas. E toda essa &#8220;revolução&#8221; 3D estava relegada ao cinema até que na última CES (Consumer Eletronics Show) se viu uma avalanche de tecnologias e novos produtos que levam o 3D dos cinemas para dentro de casa. Será mesmo que os consumidores querem isso? Essa pergunta não poderei responder por ser pessoal demais. Mas uma coisa que gostaria de discutir aqui é certa: como a indústria cinematográfica ainda está perdida na era da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que há alguns anos, desde a popularização dos home theaters e televisões de LCD, o cinema perdeu um pouco da magia que tinha. Antigamente, íamos no cinema para ver com qualidade de imagem e som os novos lançamentos da indústria. Telas grandes, som envolvente, tudo isso só era possível nas salas de cinema. Claro, isso sem falar dos amigos e da pipoca que só o pipoqueiro sabia fazer. Era um prazer pagar o ingresso para aproveitar toda aquela tecnologia uma película em seu lançamento. Me lembro de ficar impressionado com o áudio surround de <em>Jurassic Park </em>e <em>Independence Day</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o mercado evolui, as tecnologias avançam e hoje temos praticamente tudo isso em casa, numa forma reduzida, admito. Mas a diferença não é grande. A experiência que o espectador têm é praticamente a mesma. Consigo assistir os mesmo <em>Jurassic Park </em>e <em>Independence Day </em>como mesmo impacto que tive anos atrás. Portanto, pra que ir no cinema?</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que há várias características que só o cinema pode nos oferecer, principalmente no quesito social e gastronômico. Sair de casa com os amigos para ver um filme e comer a pipoca de pipoqueiro profissional faz parte da vida do ser humano. Mas, com a tecnologia em casa, essas idas ao cinema diminuíram bastante. Se antes íamos a todo lançamento, hoje só vamos nos mais relevantes ou quando temos companhia. Não estou falando do fim do cinema como conhecemos, mas sim, de uma transformação no modo de enxergar o cinema no cotidiano. Perceba que muita gente já prefere esperar sair uma cópia de um filme para assitir em casa, em toda sua parafernalha do que enfrentar filas e adolescentes nas salas de cinema.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-453" title="Oculos 3D" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/59097462_11-300x198.jpg" alt="Oculos 3D" width="300" height="198" />Algumas coisas acabam mostrando como a industria cinematografica tentou atrair novamente os espectadores para as salas de cinema. Melhoria do conforto nas salas, criação de serviços VIP, salas IMAX, e uma reinvençao do 3D. Aquele mesmo 3D que tínhamos na década de 80 que nos obrigava a usar um par de oculos com lentes vermelho/azul em certos momentos do filme. Hoje, ao contrário, os filmes são apresentados 100% em 3D, e os óculos seguem mais as tendências da moda. Mas a experiência é a mesma de 30 anos atrás, a evolução foi sutil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, é interessante. Eu já assisti alguns filmes em 3D no cinema e sim, gostei bastante da experiência. Apesar de ter que ainda usar um par de óculos para enxergar os efeitos e pagar por um ingresso bem mais caro, os óculos nao incomodam tanto e a experiência chega a ser compensadora. Agora sim, o cinema conseguiu ter seu diferencial. Podemos agora todos voltarmos a frequentá-los e experimentarmos algo que só é possível lá. Mas trazer o 3D para as salas de estar talvez não seja uma boa ideia. Não pelo fato da tecnologia doméstica acabar matando novamente o propósito das salas de cinema. Mas sim pelo fato de que esta tecnologia do jeito que está sendo executada pode não ser nada prático no sofá de casa. Como assim? Eu pelo menos não me imagino chamando um grupo de amigos para ver um filme lá em casa e distribuindo óculos 3D para todos&#8230; Perguntem aos seus amigos e colegas o quão ridículo isso soa. Sim, o 3D ainda precisa evoluir. Depender de um apetrecho, que além de tudo exclui certos grupos de pessoas como os que usam óculos e os que tem certas deficiências visuais, não é coisa do século 21.</p>
<p style="text-align: justify;">Até que existem certas tecnologias de imagem 3D que não necessitam de óculos. Porém, elas necessitam que o conteúdo seja gerado especialmente para estas tecnologias. Hoje, alguns monitores LCD com essa tecnologia são usados em campanhas de marketing de empresas. Eu mesmo já vi a Vivo e a Claro usando estes monitores em stands e lojas. É realmente impressionante você assisitr a um conteúdo em 3D sem o uso de óculos. Mas neste caso, a mudança seria bem mais cara pelo fato do conteúdo ter que ser gerado especialmente para estas TVs. Por exemplo, as distribuidoras de filmes teriam que gerar uma versão diferente especialmente para monitores 3D que não requerem óculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, resumindo: pra que o 3D agora se nem o Blu-Ray ainda engolimos direito? Há quem diga que o 3D é o catchup que faltava para digerirmos o Blu-ray. Pode ser que gastarão algumas cifras para isso, com pesquisa e desenvolvimento para adaptar a tecnologia aos aparelhos domésticos. Mas, valerá a pena? A indústria ainda não se encontrou quanto às questões de distribuição digital e direitos autorais e agora já querem empurrar o 3D junto com o Blu-ray. Assim a gente engasga. Pelo menos por enquanto, espero que deixem o 3D para o cinema. É mais romântico, tecnologicamente falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente de qualquer coisa, parece mesmo que depois da guerra dos formatos das mídias de alta capacidade (Blu-ray x HD-DVD) a próxima será de padrões de imagem 3D. Será que a industria nunca cansa de perder dinheiro nessas guerras de padrões? Quando do dinheiro é perdido com &#8220;pirataria&#8221; ela se importa, né?</p>
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		<title>Matem o Videocassete!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[disquete]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[gravador de DVD]]></category>
		<category><![CDATA[videocassete]]></category>

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		<description><![CDATA[Sério, chega. Se você possui um videocassete e ainda o usa para gravar sua novela diária, seriado ou telejornal, pode parar. Já passou da hora de você aposentar seu videocassete...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sério, chega. Se você possui um videocassete e ainda o usa para gravar sua novela diária, seriado ou telejornal, pode parar. Já passou da hora de você aposentar seu videocassete e substituí-lo por um gravador de DVD. Sim, todas as desculpas que perduraram até hoje já não são mais válidas: eles não são caros, não são incompatíveis com o DVD da vizinha e não são difíceis de achar.</p>
<p>Muitos apetrechos tecnológicos as vezes demoram mesmo a morrer. São as <em>tecnologias-zumbi</em>. Aquelas que, mesmo com seu substituto consolidado no mercado, ainda resistem ao esquecimento. Foi assim com a fita cassete de áudio, com o disquete, e está sendo assim com o videocassete. Mas perceba: é inevitável. Assim como todos esses zumbis um dia morreram, o videocassete também vai ser enterrado de vez.</p>
<p>Apesar de não ser mais vendido nas grandes lojas nem fabricado em grande escala, ainda há aqueles usuários que possuem um videocassete em casa. E ainda, os videocassetes geralmente ficam ao lado do seu primo mais moderno: o DVD. Mas porque tanta resistência?</p>
<p><span id="more-63"></span>Até algum tempo atrás isso era totalmente compreensível. Ora, o então moderno DVD, apesar de exibir imagens numa definição maior, possuir áudio digital e ser bem mais resistente ao tempo, ainda não possuía uma solução comercialmente competitiva na com característica de gravação de vídeos. A grande maioria de tocadores de DVD instalados nas casas apenas tocavam o disco, mas não gravavam. Então vamos voltar atrás e entender o porque disso.</p>
<p>Quando o DVD foi lançado, apenas a especificação dos discos de somente leitura estava pronta. Ou seja, mesmo com o intuito de substituir o videocassete, o DVD foi lançado sem uma função de gravação. Os primeiros gravadores de DVD só foram aparecer nas lojas anos depois, e com preços proibitivos. Algo acima dos  R$1.500. E então, esse cenário com o DVD player convivendo ao lado do videocassete foi permanecendo, até hoje.</p>
<p>Acontece que os gravadores de DVD caíram muito de preço e hoje já são encontrados facilmente nas lojas. Não é difícil achar um aparelho que toca e grava DVD por menos de R$400. O videocassete já não precisa mais fazer hora extra na estante de nossas casas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/vcr-tape1.jpg"><img class="size-full wp-image-101  aligncenter" title="vcr-tape1" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/vcr-tape1.jpg" alt="" width="350" height="258" /></a></p>
<p>Para quem ainda está no time da resistência, vamos <span style="text-decoration: line-through;">listar</span> relembrar aqui algumas vantagens do gravador de DVD sobre o Videocassete:</p>
<ul>
<li><strong>Preço</strong>: gravadores de DVD hoje são facilmente encontrados com preços abaixo dos R$400. Além disso, um DVD virgem regravável é mais barato que uma fita cassete virgem.</li>
<li><strong>Qualidade de som e imagem</strong>: videos gravados em DVD possuem uma qualidade bem superior as das fitas cassetes. Os vídeos possuem maior resolução e o áudio é mais fiel. Os DVDs, por serem midias digitais, não tem problemas típicos dos videocassetes, com o famoso <em>traking</em>, e o cabeçote sujo.</li>
<li><strong>Durabilidade</strong>: um DVD dura bem mais que uma fita cassete. Com o tempo, uma fita cassete pode perder qualidade ou mofar. Já o DVD, por ser digital, mantém a qualidade dos dados por um tempo muito maior.</li>
<li><strong>Facilidade</strong>: cansou de gravar um programa e sem querer apagar o inicio de outro que estava na fita cassete? Ou ter que rebobinar pra poder comecar a gravar do inicio? Um DVD não tem desses problemas. Ao gravar um programa você não precisa se preocupar em deixar no lugar certo ou se vai pegar o inicio do programa seguinte. As informações são gravadas de maneira aleatória, porém organizada de uma maneira que os tocadores consigam saber onde começa e termina um programa. Para o usuario isso é transparente, ele so vê um menu com os programas gravados naquele disco. É bem semelhante aos menus dos DVDs de filme vendidos em lojas. E tudo isso é organizado e criado automaticamente pelo gravador de DVD.</li>
<li><strong>Versatillidade</strong>: um programa que você gravar na sua TV poderá ser visto também no seu computador, no seu videogame e em qualquer outro tocador de DVD. Os problemas de compatibilidade que existiam antigamente já não são tão presentes (salvo alguns aparelhos mais antigos). Discos gravados em casa não possuem nem mesmo as travas de região que existem nos DVD vendidos em lojas. Ou seja, você pode gravar um DVD aqui no Brasil que seu amigo nos EUA conseguirá assisti-lo tranquilamente.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/l_34510033.jpg"><img class="size-full wp-image-102 aligncenter" title="l_34510033" src="http://mosquitoeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/l_34510033.jpg" alt="" width="500" height="443" /></a></p>
<p>Agora que já nos convencemos das inúmeras vantagens, é bom dar toques sobre alguns detalhes que geralmente ficam nas letras miúdas dos anúncios e manuais do usuário.</p>
<ul>
<li><strong>Formatos</strong>: um dos grandes obstáculos para a popularização dos gravadores de DVD foram os formatos. Ao contrário dos DVDs de somente leitura, os regraváveis possuíam 3 formatos incompatíveis e concorrentes. O <strong>DVD-RAM</strong>, o <strong>DVD-RW</strong> e o <strong>DVD+RW</strong>. Por falta de suporte das empresas, o DVD-RAM foi praticamente abandonado. Portanto, evite comprar gravadores exclusivos deste formato ou discos DVD-RAM virgens para gravação. Quanto ao DVD-RW e o DVD+RW, hoje, a grande maioria dos gravadores são compatíveis com ambos os formatos. Neste quesito não há muito com que se preocupar, pois são dois formatos praticamente idênticos.</li>
<li><strong>Gravadores de PC</strong>: os gravadores de DVD usados em PC e notebooks são muito versáteis para gravação de arquivos, mesmo que sejam arquivos de música e vídeo. Mas nem sempre esses arquivos vão ser reproduzidos em seu aparelho de mesa. Além disso, nos PCs é muito mais complexo fazer gravações de vídeo compatíveis com os tocadores de DVDs de mesa. Portanto, para gravar videos da programação de TV, como séries, novelas e telejornais, os gravadores de mesa são muito mais versáteis.</li>
</ul>
<p>Convencido? Tá na hora de deixar o videocassete descansar em paz. Ele merece.</p>
<p>Ah, e quanto às suas gravações de casamentos, aniversários, festas e afins que ainda estão em fitas cassetes? Existem vários estabelecimentos que fazem a conversão de seus vídeos para o DVD (que já sabemos é bem mais seguro e durável, né?). Mas corra! Sua fita cassete já pode ter virado pó.</p>
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